Ano de 2014

Janeiro

Noite de fados30 de Janeiro, 5ª feira, pelas 20:00h
Jantar/debate – Ciclo “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?”

O ciclo de jantares-debate promovido pelo Clube Português de Imprensa, o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário subordinado ao tema “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?“, prossegue no próximo dia 30, tendo como orador convidado o Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa. 
 
O objectivo desta iniciativa é o de juntar, como já sucedeu no ciclo anterior, um conjunto de personalidades relevantes da sociedade portuguesa, que possam ajudar-nos a reflectir sobre uma situação complexa que o País vive, desde que foi forçado a pedir assistência financeira internacional e a conviver com uma austeridade severa.

Carlos da Silva Costa, nascido em Oliveira de Azeméis a 3 de novembro de 1949, é o actual Governador do Banco de Portugal, nomeado em 7 de junho de 2010. Licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto, em 1973, pós-graduado e investigador na Universidade de Paris I (Sorbonne), entre 1981 e 1982, frequentou, também, o Programa de Gestão para Executivos (Senior Management Programme) do INSEAD em 1998.

Do seu extenso currículo, constam a vice-presidência do Banco Europeu de Investimento, a docência como professor catedrático convidado da Universidade Católica do Porto e da Universidade de Aveiro e presidente do Conselho Consultivo da Faculdade de Economia da Universidade Católica do Porto.

Carlos Costa é, ainda, membro do Conselho de Governadores e do Conselho Geral de Governadores do Banco Central Europeu, membro do Conselho Geral do Comité Europeu de Risco Sistémico e do Grupo Consultivo Regional para a Europa do Conselho de Estabilidade Financeira. Preside ao Conselho Nacional de Supervisores Financeiros.

Esteve, ainda, como administrador, na Caixa Geral de Depósitos, e foi presidente do Conselho de Administração da Caixa Geral de Aposentações, do Conselho de Administração do Banco Nacional Ultramarino S.A, Macau e do Banco Caixa Geral (Espanha). Entre Janeiro e Agosto de 2005, integrou o Conselho de Administração da Unibanco Holdings, S.A. Brasil.

Recorde-se, finalmente, que entre 1988 e 1992 integrou a título pessoal, o Conselho Superior para a Reforma do Sistema Financeiro-1992, cujo “Livro Branco sobre o Sistema Financeiro” serviu de base à reforma global do quadro legislativo do sistema financeiro português.

Carlos Costa foi, também, agraciado com a condecoração de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

É esta personalidade, com um currículo multifacetado no sector financeiro e larga experiência internacional, simultaneamente observador e protagonista - reconhecido pela qualidade da sua análise, apego ao rigor e ao sentido de independência - que estará connosco, para abordar o tema "Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania". Uma reflexão em voz alta que vos convidamos a partilhar.

O preço do jantar è de 30€ por pessoa.

Noite de fados6 de Fevereiro, 5ª feira, pelas 20:30h
Jantar/palestra – “São Tomé e Príncipe – Três anos de Missões Humanitárias”

No próximo dia 6 de Fevereiro vai realizar-se um jantar/palestra subordinado ao tema “São Tomé e Príncipe – Três anos de Missões Humanitárias”, sendo conferencista o consócio Prof. Doutor João Paço, que vai ser apresentado pelo consócio Dr. António Pinto Marques.

Nesta palestra vão ser descritos o motivo, o desafio, o planeamento e a forma como têm decorrido as nossas Missões Humanitárias na área da Otorrinolaringologia realizadas pelo conferencista e a sua equipa nas belas ilhas de S. Tomé e Príncipe.

Basicamente, desde 1977 e até aos dias de hoje, não existe otorrino residente.
Como tal, tudo aquilo que decorre desta ausência, nomeadamente, estudos de audição, é inexistente.

Esta é uma pequena história daquilo que aquela equipa de especialistas e da esperança que os anima, num território recheado de recordações da cultura portuguesa.

João Paço
Licenciado em Medicina e Cirurgia em 1975;
Especialista em Otorrinolaringologia pelos Hospitais e pela Ordem dos Médicos;
Doutorado em Otorrinolaringologia pela Faculdade de Medicina de Lisboa; 
Agregado em Otorrinolaringologia pela Faculdade de Ciências Médicas;
Professor Regente de Otorrinolaringologia da Faculdade de Ciências Médicas – Universidade Nova de Lisboa;
Director Clínico do Hospital CUF Infante Santo;
Coordenador de Otorrinolaringologia do Hospital CUF Infante Santo;
Coordenador do programa de ORL em S. Tomé e Príncipe;

Comendador da Ordem de Mérito por acções de solidariedade.

 

Fevereiro

Prof. Doutor João Paço6 de Fevereiro, 5ª feira, pelas 20:30h
Jantar/palestra – “São Tomé e Príncipe – Três anos de Missões Humanitárias”

 

No próximo dia 6 de Fevereiro vai realizar-se um jantar/palestra subordinado ao tema “São Tomé e Príncipe – Três anos de Missões Humanitárias”, sendo conferencista o consócio Prof. Doutor João Paço, que vai ser apresentado pelo consócio Dr. António Pinto Marques.

Nesta palestra vão ser descritos o motivo, o desafio, o planeamento e a forma como têm decorrido as Missões Humanitárias na área da Otorrinolaringologia realizadas pelo conferencista e a sua equipa nas belas ilhas de S. Tomé e Príncipe.

Basicamente, desde 1977 e até aos dias de hoje, não existe otorrino residente.
Como tal, tudo aquilo que decorre desta ausência, nomeadamente, estudos de audição, é inexistente.

Esta é uma pequena história daquilo que aquela equipa de especialistas e da esperança que os anima, num território recheado de recordações da cultura portuguesa.

João Paço
Licenciado em Medicina e Cirurgia em 1975;
Especialista em Otorrinolaringologia pelos Hospitais e pela Ordem dos Médicos;
Doutorado em Otorrinolaringologia pela Faculdade de Medicina de Lisboa; 
Agregado em Otorrinolaringologia pela Faculdade de Ciências Médicas;
Professor Regente de Otorrinolaringologia da Faculdade de Ciências Médicas – Universidade Nova de Lisboa;
Director Clínico do Hospital CUF Infante Santo;
Coordenador de Otorrinolaringologia do Hospital CUF Infante Santo;
Coordenador do programa de ORL em S. Tomé e Príncipe;
Comendador da Ordem de Mérito por acções de solidariedade.

O preço do jantar é de 30,00€, por pessoa.                                              **** LOTAÇÃO ESGOTADA****

 

18 de Fevereiro, 3ª feira, pelas 19:00h
Lançamento de Livro de “Maria de Lourdes de Melo e Castro - A pintura no feminino”

Maria de Lourdes de Melo e Castro - A pintura no femininoO consócio Eng. Luís Alvellos, em colaboração com o Grémio Literário, promove o lançamento do livro sobre sua mãe, a pintora Maria de Lourdes de Mello e Castro, designado “Maria de Lourdes de Melo e Castro - A pintura no feminino”, da autoria de Nuno Saldanha e editado pela Scribe, Produções Culturais, Lda.

A apresentação da obra está a cargo do autor e decorrerá na biblioteca do Grémio Literário.
No final será servido um Porto de Honra.

 

20 de Fevereiro, 5ª feira, pelas 18:30h
Cinquentenário da morte do Maestro Pedro de Freitas Branco (1896-1963)

Maestro Pedro Freitas BrancoIntervenientes: João Paes, José Blanco, Marina Ferreira, Luís Rodrigues, Francisco Sassetti, Tito Celestino da Costa, Adriano Jordão e Diogo de Freitas Branco Pais.

Serão ouvidos trechos de gravações históricas de obras interpretadas por Pedro de Freitas Branco.

A vida artística de Pedro de Freitas Branco divide-se em dois períodos de duração sensivelmente igual, de trinta anos cada: o primeiro de formação cultural e musical, o segundo de actividade profissional no seu país e no estrangeiro.
Em Portugal, como fundador e maestro titular da Orquestra Sinfónica Nacional, pode afirmar-se que criou um novo público afecto à música de concerto e à ópera. Nos concertos, os seus programas dedicavam-se não só à selecção de obras-primas do passado mas ainda à revelação de um repertório recente, o que lhe valeu a fama de especialista da chamada modernidade. O público português pôde, então, conhecer obras marcantes do período inovador que se viveu desde o fim do século XIX .

Maestro Pedro Freitas BrancoA presente celebração tem em conta os dois períodos da biografia de Pedro de Freitas Branco. A primeira parte refere-se à sua actividade de músico amador, não só dirigindo orquestras, mas ainda actuando   como   cantor (barítono) ou instrumentista (pianista, executante de qualquer instrumento de corda e arco ou clarinetista).
Na presente data evoca-se a singular efeméride do “Serão de Arte” do Grémio Literário ocorrido em 19
de Fevereiro de 1916, no qual Pedro de Freitas Branco cantou uma melodia composta por seu irmão Luiz sobre o poema de Baudelaire, “La Mort des Pauvres”. Acresce a curiosidade de o ciclo de sonetos a que pertence este poema (“O Ciclo das Mortes”) ser o único caso em que Luiz de Freitas Branco traduziu o original para português. É esta a versão que agora ouviremos em primeira audição absoluta, na voz do barítono Luís Rodrigues, acompanhado pelo pianista Francisco Sassetti. A modernidade poético-musical da obra em questão será o tópico de conversa entre José Blanco e João Paes, complementada pela leitura de poemas modernistas do “Orfeu” por Marina Ferreira.

Maestro Pedro Freitas BrancoA segunda parte consta de um improviso musico-teatral sobre o início da brilhante carreira internacional do maestro português, então já profissional, focando o seu primeiro encontro com o compositor francês mais em evidência no segundo quartel do século XX, Maurice Ravel. Duas obras foram então abordadas: a mais popular e controversa, o “Bolero”;  a mais ansiosamente esperada, o “Concerto em Sol Maior”, para piano e orquestra. 

Participarão nesta parte final, encenada por Tito Celestino da Costa, os pianistas Adriano Jordão e Francisco Sassetti, e o clarinetista Diogo de Freitas Branco Pais.

Informamos os prezados Consócios que todos os intervenientes nesta homenagem ao Maestro Pedro de Freitas Branco, se disponibilizaram graciosamente para o efeito, facto que queremos realçar, expressando o nosso mais vivo sentimento de gratidão.

Terminada a sessão segue-se o jantar ao preço de 30€ por pessoa.

27 de Fevereiro, 5ª feira, pelas 20:00h
Jantar/debate – Ciclo “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?”

Prof. João Lobo AntunesO ciclo de jantares-debate promovido pelo Clube Português de Imprensa, o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário, subordinado ao tema “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?“, prossegue no próximo dia 27, tendo como orador convidado o Prof. João Lobo Antunes. 
O objectivo desta iniciativa é o de juntar, como já sucedeu no ciclo anterior, um conjunto de personalidades relevantes da sociedade portuguesa, que possam ajudar-nos a reflectir sobre uma situação complexa que o País vive, desde que foi forçado a pedir assistência financeira internacional e a conviver com uma austeridade severa.
João Lobo Antunes, nasceu em Lisboa, a 4 de Junho de 1944, e cresceu em Benfica, oriundo de uma família arreigadamente católica e tradicionalista. Ele próprio chegou a ser presidente da JUC.
Com cinco irmãos, um dos quais o escritor António Lobo Antunes, todos se afirmaram com carreiras bem sucedidas.
Segundo a sua biografia mais informal, a decisão de ser médico chegou apenas no último ano do liceu e surpreendeu, pois era suposto ir para Bioquímica no Técnico. Reconhece, todavia, que poderá ter sido influenciado pelo pai, também médico.

O seu pai colaborou de perto com Egas Moniz, personalidade que o influenciou desde novo. O seu tio-avô é considerado o pai da Neurocirurgia portuguesa, tendo tido como mestre Victor Horsley, um dos pais da Neurocirurgia moderna.
Licenciou-se e doutorou-se em Medicina, em 1968 e 1983, respectivamente, pela Universidade de Lisboa. Entre 1971 e 1984 viveu em Nova Iorque,  onde foi bolseiro da Comissão Fullbright e professor associado no Departamento de Neurocirurgia da Universidade de Columbia. Em 1984, ascendeu a professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, onde foi eleito presidente do Conselho Científico, em 1996. No mesmo ano foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa.

Foi eleito presidente da Sociedade Europeia de Neurocirurgia, em 1999, e presidente da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa, em 2000. Foi também professor convidado da Universidade de Pequim, na China, em 2001.
Actualmente, é director do Serviço de Neurocirurgia do Hospital de Santa Maria, presidente da Academia Portuguesa de Medicina e do Instituto de Medicina Molecular.

João Lobo Antunes, que se tem dedicado ao estudo do hipotálamo e da hipófise, foi o primeiro médico a implantar o olho electrónico num invisual, em 1983.
Humanista, o seu gosto pela escrita tem-no levado a publicar numerosos artigos científicos, no âmbito da sua especialidade, além de quatro livros de ensaios - “ Um modo de ser” , em 1996, “Numa cidade feliz”, em 1999, “Memória de Nova Iorque e outros ensaios”, em 2002 e “Sobre a mão e outros ensaios”, em 2005. Assinou, ainda, uma biografia de Egas Moniz, um notável trabalho de pesquisa e de narrativa, fazendo justiça a um dos nossos Nobel.

É um trabalhador incansável, metódico, e é na sua "ecologia individual", como lhe chama, que recupera do desgaste e encontra o equilíbrio interior. O silêncio é outra “chave de ouro” imprescindível na sua vida.

Foi mandatário nacional das candidaturas a Presidente da República de Jorge Sampaio, em 1996, e de Cavaco Silva, em 2006. Desde 2006 integra o Conselho de Estado. 

João Lobo Antunes foi, ainda, agraciado em 2004 com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.

É esta personalidade, com um sólido prestígio internacional, justamente considerado um dos mais reputados neurocirurgiões do mundo, pensador e brilhante ensaísta, que vamos receber neste ciclo de jantares-debate, para abordar o tema "Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania". Uma reflexão em voz alta que vos convidamos a partilhar.

O preço do jantar è de 30€ por pessoa.

 

3 de Março, 2ª feira, pelas 20:30h
Festa de Carnaval

CarnavalA adesão dos sócios à festa organizada pelo Grémio Literário na celebração da última passagem do ano, encorajou a Direcção a promover eventos da mesma natureza em datas marcantes do calendário festivo tradicional.
Assim, o Grémio Literário vai organizar um jantar com baile para assinalar festivamente o Carnaval.

Venha ao Grémio e traga os seus convidados.

Surpreenda-nos com a sua criatividade, no trajar.

O preço do jantar é de 40,00€, por pessoa.

 

 

 

 

Março

 

13 de Março, 5ª feira, pelas 19:00h
Conferência sobre “José Maria de Eça de Queiroz: o Êxtase frustrado”, pelo Prof. Doutor Miguel Beleza

Na Biblioteca do Grémio Literário vai realizar-se no dia 13 uma conferência intitulada José Maria de Eça de Queiroz: o Êxtase frustrado”. O conferencista, Prof. Doutor Miguel Beleza, faz a seguinte apresentação:
Noite de fados“Nunca fui acusado de ser um perito em literatura, quanto mais um conhecedor profundo de Eça de Queiroz. Li a Cidade e as Serras no começo do liceu e a seguir os Maias, A Ilustre Casa de Ramires, A Tragédia da Rua das Flores. Ainda adolescente, li O Crime do Padre Amaro, quase às escondidas. Li uma grande parte de As Farpas e de A Correspondência de Fradique Mendes. Fiz  a  peregrinação  à  casa de  Jacinto no  inexistente  nr. 202 dos  Champs Elysées.
Imaginei-me a escrever O Mistério da Estrada de Sintra e a espreitar pelo buraco da fechadura de A Relíquia. Recordo-me do episódio do peixe de A Cidade e as Serras e das belezas das várias senhoras de nome, creio, Oriol e Verghane e da cupidez dos seus banqueiros. Lembro-me ou vem-me muitas vezes à memória, o começo de uma das crónicas da Campanha Alegre: o Governo caiu. Não. Apodreceu.
Recordo, com facilidade, os nomes dos principais personagens das obras de Eça, sem necessidade de recorrer à Internet ou a obras de verdadeiros peritos, mas senti, muitas vezes, uma frustração considerável com o fim abrupto das principais obras. Por exemplo, em O Crime do Padre Amaro, a Amélia morre no parto, o bebé é assassinado por uma tecedeira de anjos e não se passa mais nada. Em Os Maias, quando Eduarda e Carlos descobrem que são irmãos, ou em A Tragédia da Rua das Flores, cujo enredo é muito próximo, cada um vai para seu lado, sem mais. Em O Primo Basílio, quando Jorge regressa do Alentejo, Luisa é vítima de chantagem de Juliana e o primo Basílio regressa, é uma seca. Luisa morre tísica. Não duvido de que Eça seja um dos principais vultos da literatura portuguesa e, só não será da literatura mundial, porque o português é uma lingua algo exótica. Mas tenho pena de que, quando a história está no auge, em vez de explorar a psicologia, a angústia, o drama dos protagonistas, Eça frustre as minhas expectativas, acabando de forma abrupta com o romance, ao contrário do que fazem outros grandes autores portugueses como Almeida Garrett ou Alexandre Herculano”.
A sessão será seguida de jantar, pelas 20h30m, ao preço de 30,00€ p.p.

 

18 de Março, 3ª feira, pelas 19:00h
Conferência do Prof. Doutor António Dias Farinha, sobre a ocupação árabe de Lisboa em 714.

No dia 18 vai realizar-se uma conferência sobre a ocupação árabe de Lisboa, no ano de 714, a proferir pelo Prof. Doutor António Dias Farinha, que será apresentado pelo Prof. Doutor José-Augusto França. No ano de 714 os Muçulmanos tomaram, assás pacificamente, Olisipo aos cristãos do reino visigótico de Rodrigo, vencido pelos invasores da Península chegados com Tarik, do emirato de Ceuta, califado omníada de Damasco, em 711.

Comemora-se, pois, em 2014, o início da ocupação dos Mouros que durou 433 anos, até à conquista da cidade, então dita Al Uxbuna e Lixbuna, pelo rei D. Afonso Henriques, em nova situação portuguesa, no ano de 1147. O local fora ocupado pelos Cartagineses até cerca do ano 200 a.C., e pelos Romanos em 138 a.C. que o tiveram, sem resistência, dos Túrdulos, lhe chamaram Olisipo e o fortificaram. Um “Municipium civium” desenvolveu-se, então, e teve designação acrescentada de “Felicitas Julia”, cerca de 25 a.C.

Começaram aí 533 anos de ocupação até ao ano 395, em que os ” Bárbaros” Alanos tomaram a cidade, passada depois aos Visigodos, para nova ocupação cristã que já contava uma Sé de bispado, desde cerca do ano 350, sob os Romanos.

Até à definitiva conquista portuguesa, e desde 714, muçulmanos vencedores e cristãos vencidos, com “moçárabes” (“tornados árabes”) pelo meio, conviveram, marcando a civilização de Lisboa em sua arquitectura e seu viver cultural, politico e económico – como pela Idade Média (e ainda depois) mais ao menos continuou a ser …

O Professor A. Dias Farinha, da Faculdade de Letras e da Academia das Ciências, vem explicar-nos como e porquê – assim marcando (“oxalá!”) a importância histórica desta data do ano 714, que o Grémio Literário resolveu comemorar, em seu 14º centenário.

A sessão será seguida de jantar, pelas 20h30m, ao preço de 30,00€ p.p.

 

26 de Março, 4ª feira, pelas 20:30h
Jantar/debate – Ciclo “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?”

Prossegue no próximo dia 26, tendo Jorge Sampaio como orador convidado, o novo ciclo de jantares-debate, promovido pelo Clube Português de Imprensa, o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário, subordinado ao tema “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?“.  

Recorde-se que o objectivo desta iniciativa é o de juntar, como já sucedeu no ciclo anterior, um conjunto de personalidades relevantes da sociedade portuguesa, que possam ajudar-nos a reflectir sobre a situação complexa que o País vive, desde que se encontra sob assistência financeira internacional e sujeito a uma austeridade severa.

Noite de fadosJorge Sampaio – de seu nome completo, Jorge Fernando Branco de Sampaio – nasceu em Lisboa, em 18 de Setembro de 1939, filho de Arnaldo Sampaio, médico, especialista em Saúde Pública, e de Fernanda Bensaude Branco de Sampaio, professora particular de inglês.

Desde a infância, fez estudos musicais e, por imperativo da carreira do pai, passou largo tempo nos EUA e em Inglaterra, experiência que o marcou profundamente. Frequentou os estudos secundários nos liceus Pedro Nunes e Passos Manuel.

Da sua extensa biografia oficial, ressalta que, corria o ano de 1961, quando se licenciou em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Foi ainda na Universidade que desenvolveu uma relevante actividade política de oposição à Ditadura. Nesse quadro, foi eleito Presidente da Associação Académica da Faculdade de Direito, em 1960-61, e Secretário-Geral da Reunião Inter Associações Académicas (RIA), em 1961-62. Nessa qualidade, assume-se como um dos protagonistas da crise académica do princípio dos anos 60, a qual esteve na origem de um longo e generalizado movimento de contestação estudantil, que durou até ao 25 de Abril de 1974, e que abalou profundamente o Regime.
Deu, entretanto, início a uma intensa carreira de advogado, que se estendeu por todos os ramos de Direito, tendo desempenhado, igualmente, funções directivas na Ordem dos Advogados. Teve um papel de relevo na defesa de presos políticos no Tribunal Plenário de Lisboa.

Ao aprofundar a sua acção como opositor à Ditadura, candidatou-se, em 1969, às eleições para a Assembleia Nacional, integrando as listas da CDE.

Após a Revolução do 25 de Abril de 1974, surgiu como um dos principais impulsionadores da criação do Movimento de Esquerda Socialista (MES), do qual se desvinculou, contudo, logo no congresso fundador, em Dezembro do mesmo ano, por discordância de fundo com a orientação ideológica aí definida.

Desempenhou, nos anos da Revolução, um importante papel no diálogo com a ala moderada do MFA, sendo um activo apoiante das posições do “Grupo dos Nove”. Em Março de 1975, foi nomeado Secretário de Estado da Cooperação Externa, no IV Governo Provisório.

Ainda em 1975, fundou a “Intervenção Socialista”, grupo constituído por políticos e intelectuais, que viriam a desempenhar funções de relevo na vida pública, e que desenvolveu um significativo trabalho de reflexão e renovação política.
Em 1978, Jorge Sampaio aderiu ao Partido Socialista, sendo eleito, em 1979, deputado à Assembleia da República, pelo círculo de Lisboa.
De 1979 a 1984, foi membro da Comissão Europeia dos Direitos do Homem no Conselho da Europa, sendo reeleito deputado à Assembleia da República em 1980, 1985, 1987 e 1991. Em 1987/88 presidiu ao Grupo Parlamentar do PS.
Eleito Secretário-Geral do PS, exerceu o cargo até 1991, tendo sido designado, entretanto, pela Assembleia da República, como membro do Conselho de Estado.
Em 1989, decidiu concorrer à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, cargo para o qual veio a ser eleito e depois reeleito em 1993.
De 1990 a 1995, presidiu à União das Cidades de Língua Portuguesa (UCCLA), sendo eleito Vice-Presidente da União das Cidades Ibero-Americanas, em 1990. Foi, também, eleito Presidente do Movimento das Eurocidades (1990) e da Federação Mundial das Cidades Unidas (1992).
Em 1995, Jorge Sampaio apresentou a sua candidatura às eleições presidenciais, recebendo o apoio de inúmeras personalidades, independentes e de outras áreas políticas, com destaque na vida política, cultural, económica e social, e do Partido Socialista. Em 14 de Janeiro de 1996, foi eleito à primeira volta. Apresentou-se de novo e voltou a ser eleito, à primeira volta, em 14 de Janeiro de 2001, para um novo mandato.

Jorge Sampaio manteve, ao longo dos anos, uma constante intervenção político-cultural. Em 1991, publicou, sob o título A Festa de Um Sonho, uma colectânea dos seus textos políticos. Em 1995, foi editado o seu livro Um Olhar sobre Portugal, no qual responde a personalidades de vários sectores da vida nacional, configurando a sua perspectiva dos problemas do País. Em 2000, publicou o livro Quero Dizer-vos, em que expõe a sua visão actualizada dos desafios que se põem à sociedade portuguesa. As suas intervenções presidenciais foram reunidas nos livros Portugueses I-X.
Em Abril de 2006 tomou posse como Conselheiro de Estado, na sua qualidade de antigo Presidente da República.
Em Maio de 2006 foi designado Enviado Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas para a Luta contra a Tuberculose e, em Abril de 2007, foi nomeado, pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, Alto Representante para a Aliança das Civilizações.
É, também, Presidente do Conselho Consultivo da Universidade de Lisboa.

Entre as várias condecorações que possui, destacam-se o Grande-Colar da Ordem da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito e da Ordem da Liberdade e, Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Tem recebido numerosas distinções nacionais e estrangeiras, entre as quais a de Doutor Honoris Causa - Universidade de Aveiro, 2 de Abril de 2008; Universidade de Coimbra, 24 de Junho de 2010; Universidade de Lisboa, 11 de Outubro de 2010.
É esta personalidade, com um expressivo e multifacetado currículo - quer no plano político, quer no académico e intelectual - que nos privilegia com a sua presença no Grémio Literário, para abordar o tema "Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania".

 

2 de Abril, 4ª feira, pelas 19:00h
Homenagem ao escritor francês Marcel Proust

Noite de fadosNo próximo dia 02 de Abril vai realizar-se, no âmbito da sessão de homenagem ao escritor francês Marcel Proust, uma palestra do Professor Eugénio Lisboa, à qual se segue a exibição de um filme sobre aquele escritor. 

Em Novembro de 1913 foi posto à venda, em Paris, um romance de um jovem escritor que publicara, até então, obras de cronista diletante, e agora pagava a edição que lhe fora recusada comercialmente. É o primeiro
 título de uma série de sete romances redigidos desde 1908 até Abril de 1922, e assim terminados sete meses antes da morte do autor – que deixou para publicação póstuma os últimos três títulos.

Foi o primeiro romance Du coté de chez Swann e o último Le Temps retrouvé, que À la recherche du temps perdu se lançara Marcel Proust ...

Entretanto, a Grande Guerra abrasara a Europa e o mundo inteiro, durante quatro anos e oito milhões de mortos, transformando a carta geo-política da Europa e a carta social do mundo. Em 1913, as chancelarias europeias jogavam seus interesses e influências, em 1922 elas tinham encontrado um falaz equilíbrio, passando da “Belle Époque” a “Années Folles” – que, com pano de fundo da guerra, se exprimem nesta rebusca de tempo para sempre perdido, a que Marcel Proust
se entregou de corpo e alma, e sacrifício trágico e jubiloso de uma vida que se confundiu, absolutamente, com uma obra de criação.

Uma obra que marcou, na cultura ocidental (depois do século XIX de Balzac, Stendhal e Flaubert, Dikens, Tolstoi e Dostoievski), uma revolução na prática literária e na leitura de ficção romanesca.

Se é universal a importância do magno romance de Proust, em Portugal ela foi sabida pela segunda geração do nosso modernismo que a revista Presença assumiu, de 1926 a 1940, e foi a um especialista da literatura deste período, o Professor Eugénio Lisboa, que o Grémio Literário pediu para vir falar-nos de Marcel Proust – que depois estará presente no filme “Portrait Souvenir de Marcel Proust”, do realizador Gerard Herzog, com que o Institut Français de Lisbonne colabora na iniciativa do Grémio Literário.

A sessão será seguida de jantar pelas 20h30m, ao preço de 30,00€ p.p.

 

Abril

2 de Abril, 4ª feira, pelas 19:00h
Homenagem ao escritor francês Marcel Proust

Noite de fadosNo próximo dia 02 de Abril vai realizar-se, no âmbito da sessão de homenagem ao escritor francês Marcel Proust, uma palestra do Professor Eugénio Lisboa, à qual se segue a exibição de um filme sobre aquele escritor. 

Em Novembro de 1913 foi posto à venda, em Paris, um romance de um jovem escritor que publicara, até então, obras de cronista diletante, e agora pagava a edição que lhe fora recusada comercialmente. É o primeiro título de uma série de sete romances redigidos desde 1908 até Abril de 1922, e assim terminados sete meses antes da morte do autor – que deixou para publicação póstuma os últimos três títulos.

Foi o primeiro romance Du coté de chez Swann e o último Le Temps retrouvé, que À la recherche du temps perdu se lançara Marcel Proust ...

Entretanto, a Grande Guerra abrasara a Europa e o mundo inteiro, durante quatro anos e oito milhões de mortos, transformando a carta geo-política da Europa e a carta social do mundo. Em 1913, as chancelarias europeias jogavam seus interesses e influências, em 1922 elas tinham encontrado um falaz equilíbrio, passando da “Belle Époque” a “Années Folles” – que, com pano de fundo da guerra, se exprimem nesta rebusca de tempo para sempre perdido, a que Marcel Proust se entregou de corpo e alma, e sacrifício trágico e jubiloso de uma vida que se confundiu, absolutamente, com uma obra de criação.

Uma obra que marcou, na cultura ocidental (depois do século XIX de Balzac, Stendhal e Flaubert, Dikens, Tolstoi e Dostoievski), uma revolução na prática literária e na leitura de ficção romanesca.

Se é universal a importância do magno romance de Proust, em Portugal ela foi sabida pela segunda geração do nosso modernismo que a revista Presença assumiu, de 1926 a 1940, e foi a um especialista da literatura deste período, o Professor Eugénio Lisboa, que o Grémio Literário pediu para vir falar-nos de Marcel Proust – que depois estará presente no filme “Portrait Souvenir de Marcel Proust”, do realizador Gerard Herzog, com que o Institut Français de Lisbonne colabora na iniciativa do Grémio Literário.

A sessão será seguida de jantar pelas 20h30m, ao preço de 30,00€ p.p.

 

7 de Abril, 2ª feira, pelas 18:00h
Mesa redonda, sobre Almada Negreiros

No dia 7 vai realizar-se, em sessão comemorativa dos 120 anos do nascimento de Almada Negreiros, uma mesa redonda em que participará um grupo de pessoas que se distinguem por terem conhecido o homenageado e, de algum modo, trabalhado com ele: Prof. Doutor José-Augusto França, Rui Mário Gonçalves, António Valdemar e Victor Silva Tavares. Aguarda-se, ainda, a resposta de Maria do Céu Guerra, entre outros convidados.

 

15 de Abril, 3ª feira, pelas 19:00h
Lançamento do livro “História do Direito Brasileiro”Noite de fados

O Grémio Literário, em colaboração com a Editora Forense, promove, no dia 15, o lançamento do livro “História do Direito Brasileiro”, da autoria de Rui de Figueiredo Marcos, Carlos Fernando Mathias e do consócio Ibsen Noronha.

A apresentação da obra será feita pelo Exmo. Senhor Ministro do Supremo Tribunal Federal e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil, Marco Aurélio de Mello.


A sessão contará com a presença do Exmo. Senhor Embaixador do Brasil em Portugal, Mário Vilalva.

Segue-se jantar pelas 20h30m, ao preço de 30,00€ p.p.

 

22 de Abril, 3ª feira, pelas 20:30h
Jantar/debate – Ciclo “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?”

Noite de fadosProssegue no próximo dia 22 de Abril, imediatamente a seguir à Páscoa, o ciclo de jantares –debate subordinado ao tema “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?”, tendo D. Manuel Clemente, antigo Bispo do Porto e actual Patriarca de Lisboa como orador convidado.

Este novo ciclo de jantares-debate, com periodicidade mensal, é promovido pelo Clube Português de Imprensa, Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário. 

D. Manuel José Macário do Nascimento Clemente, de seu nome completo, nasceu no concelho de Torres Vedras, em 16 de Julho de 1948. Ingressou no Seminário Maior dos Olivais em 1973, tendo sido ordenado presbítero seis anos depois. Da sua biografia oficial, consta que  foi Coadjutor das paróquias de Torres Vedras e Runa, formador e Reitor do Seminário dos Olivais e, desde 1997, membro do Cabido da Sé de Lisboa. Nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa e titular de Pinhel, em 6 de Novembro de 1999, foi ordenado na Igreja de Santa Maria de Belém (Jerónimos) a 22 de Janeiro de 2000.

O seu espírito missionário fez com que fosse nomeado para coordenar a equipa portuguesa do Congresso Internacional para a Nova Evangelização (ICNE) que juntou as dioceses de Viena, Paris, Lisboa, Bruxelas e Budapeste. D. Manuel Clemente tem ligações ao movimento escutista: foi escuteiro desde 1964, primeiro na Paróquia de São João de Deus e depois em Torres Vedras.

Nomeado bispo do Porto, em Fevereiro de 2007, D. Manuel Clemente  é licenciado em História pela Faculdade de Letras de Lisboa e em Teologia pela Universidade Católica. Doutorou-se em Teologia Histórica em 1992, com a tese intitulada ‘Nas origens do apostolado contemporâneo em Portugal. A «Sociedade Católica»’ (1843-1853).

É, também, autor de vários livros, como "A Igreja no Tempo, História Breve da Igreja Católica" e de vários textos sobre o catolicismo em Portugal a partir do liberalismo.

Considerado um dos profundos pensadores do País na actualidade, recebeu o Prémio Pessoa em 2009, e há muito que era dado como o mais provável sucessor de D. José Policarpo, entretanto falecido. 

Optimista por natureza, D. Manuel Clemente, tem revelado uma visão muito própria do País, como aconteceu numa entrevista ao “Público”, ao dizer que Portugal “existe exactamente por não se confinar ao seu rectângulo original. Para os portugueses, Portugal, este Portugal daqui, este cantinho da Europa, nunca foi o bastante. E até pela nossa própria situação: somos, na Europa, o País que está mais perto de outros continentes, daqueles que já se conheciam, como África, ou dos que ainda não se conheciam, como a América. Portugal teve sempre no mar a sua melhor definição. É um País-cais, onde se está sempre a chegar e de onde se está sempre a partir. Um País embarcado”.

Observador atento não apenas das realidades portuguesas, como europeias, D. Manuel Clemente sente que “há hoje dois aspectos preocupantes para a democracia, um interno e outro externo. O primeiro é a não participação das pessoas: as grandes percentagens de abstenção nas eleições dos países europeus são um sinal preocupante. O aspecto externo é o facto de os grandes centros de decisão estarem hoje fora do âmbito nacional e estatal. E é também por isso que as pessoas não intervêm. Não sabem quem manda, o poder não tem rosto. Se estes dois aspectos se agravarem, se aumentar o abstencionismo e o sentimento de que nada de essencial se decide a nível nacional, a democracia corre perigo”.

Além do Prémio Pessoa, atribuído por ser “uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo”, D. Manuel Clemente foi condecorado com Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, pelo Presidente Cavaco Silva, a 30 de Agosto de 2010, enquadrada na Visita Apostólica de Bento XVI a Portugal.

Entre outras distinções, D. Manuel Clemente possui ainda o Doutoramento Honoris Causa emCiência Política, Cidadania e Relações Internacionais, atribuído pela Universidade Lusófona do Porto, em 2012.

É esta personalidade fascinante, intelectual e Homem da Igreja, que nos privilegia com a sua presença no Grémio Literário, para abordar o tema “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?”.

Recorde-se que o objectivo desta iniciativa é o de juntar, como já sucedeu no ciclo anterior, um conjunto de personalidades relevantes da sociedade portuguesa, que possam ajudar-nos a reflectir sobre a situação complexa que o País vive, desde que se encontra sob assistência financeira internacional e sujeito a uma austeridade severa.

O preço do jantar é de 30€ p.p.

 

23 de Abril, 4ª feira, pelas 19:00h
Sessão Comemorativa do 168º Aniversário do Grémio Literário

Noite de fados

Na data do 168º aniversário da aprovação dos Estatutos do Grémio Literário por carta Régia de Dona Maria II, vai realizar-se uma sessão comemorativa, na Biblioteca, durante a qual serão entregues o Prémio Grémio Literário 2013 e as menções honrosas, distinções atribuídas pelo respectivo Júri (Conselho Literário).

O Prémio é constituído por uma escultura da autoria do consócio José de Guimarães, que graciosamente a ofereceu para o efeito, e pela quantia de 1.500,00€, generosamente oferecida pelo consócio Dr. Abdul Hamid Bangy.

Seguir-se-á um recital de canto e piano com a participação dos cantores Ana Sofia Ventura (soprano), Pedro Matos (tenor) e do pianista Nuno Vieira de Almeida. O programa consta de obras de Robert Schumann e de Gabriel Fauré.

Finda a sessão será servido um jantar, ao preço de 35,00€ por pessoa.

Atendendo à solenidade do acto, solicita-se o uso de fato escuro, como trajo para os homens.

 

 

Maio

 

13 de Maio, 3ª feira, pelas 18:30h
Lançamento de livroO Tintureiro Francês”

Tintureiro FrancêsO Grémio Literário, em colaboração com o consócio Dr. Miguel Rebocho de Oliveira, promove o lançamento do livro  "O Tintureiro Francês", da autoria de Paulo Larcher.
O autor será apresentado por aquele consócio, ficando a apresentação da obra a cargo do Prof. Doutor António Ventura e de Filipa Melo.

 

14 de Maio, 4ª feira, pelas 19:00h
Lançamento de livro «Infinitismo e Metafisica Infinitista»

O Grémio Literário promove o lançamento do livro «Infinitismo e Metafisica Infinitista», da autoria de António Lobo Vilela (1902 – 1966), figura destacada da vida cultural e cívica, cujo magistério influenciou várias gerações.
Este livro, que se integra na publicação das obras completas daquele pensador e professor, tem uma nota preambular do seu filho Dr. António da Costa Lobo Vilela e estudos introdutórios do Prof. Dr. Nuno Espinosa Gomes da Silva e dos Drs.  Joaquim Mestre e José Luis Farinha.

A apresentação do livro está a cargo do académico António Valdemar.

 

15 de Maio, 5ª feira, pelas 20:30h
Jantar / Palestra - Os Beatles nos anos 60

Noite de fadosO Grémio Literário promove um jantar/palestra, subordinado ao tema “Os Beatles nos anos 60”, cujo conferencista é o consócio Prof. Doutor Luís Carrilho Ribeiro, que será apresentado pelo Vice Presidente do Conselho Director, Dr. António Pinto Marques.

O conferencista licenciou-se pela Faculdade de Medicina (FML) em 1983, estagiou no Hôpital Erasme em Bruxelas, em 1990, para aprender  as  técnicas  de litotrícia  extra-corporal no serviço  de Michel Cremer; na
 Klinikum rechts der Isar em Munique, em 1993, para a eco-endoscopia, com Meinhard Classen e Thomas Rosch; e na Klinikum Grosshadern, também em Munique, em 1995, para as técnicas de estudo da motilidade da vesícula biliar, com Gustav Paumgartner e Michael Sackmann, já na fase de preparação da sua tese de doutoramento. Obteve o título de Especialista de Gastrenterologia em provas públicas na Ordem dos Médicos do Porto em Julho de 1992 e o grau de Doutor em Medicina em provas públicas na FML, em Junho de 1999. Publicou vários artigos e proferiu diversas conferências nos âmbitos nacional e internacional. É actualmente responsável pela Unidade de Técnicas de Gastrenterologia do Hospital de Santa Maria e professor da FML.
A música também faz parte da sua vida, pelo seu carácter estruturante e lúdico, sobretudo a música “rock” anglo-saxónica, sendo os Beatles o seu expoente máximo nos anos 60.

 

21 de Maio, 4ª feira, pelas 19:00h
Conferência sobre “Medicina Humanitária e o Mundo Contemporâneo”

Tintureiro FrancêsO Grémio Literário promove uma conferência sobre o tema “Medicina Humanitária e o Mundo Contemporâneo”, cujo conferencista é o consócio Prof. Doutor Fernando Nobre, Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, regente da cátedra "Medicina Humanitária", e Académico Correspondente da Academia Internacional de Cultura Portuguesa.
Foi administrador dos Médicos Sem Fronteiras - Bélgica e fundou, em Portugal, a AMI – Assistência Médica Internacional, à qual ainda preside. Participou como cirurgião em mais de duzentas e cinquenta missões de estudo, coordenação e assistência médica humanitária em mais de setenta países de todos os continentes. 
Nasceu em Luanda em 1951. Em 1964 mudou-se para o Congo e, três anos mais tarde, para Bruxelas, onde estudou e residiu até 1985, altura em que veio para Portugal, país das suas origens paternas. É Doutor em Medicina pela Universidade Livre de Bruxelas, onde foi Assistente (Anatomia e Embriologia) e Especialista em Cirurgia Geral e Urologia.
Foi membro do Conselho Geral da Universidade de Lisboa e do Conselho Geral da Universidade da Beira Interior. Foi  Professor Convidado dos cursos de Mestrado e Pós- Graduação na Universidade Autónoma de Lisboa e no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna e conferencista no Instituto de Estudos Superiores Militares.

A conferência será seguida de jantar.

 

29 de Maio, 5ª feira, pelas 20:30h
Jantar/debate – Ciclo “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?”

Tintureiro FrancêsO novo ciclo de jantares-debate, promovido pelo Clube Português de Imprensa, Centro Nacional de Cultura e Grémio Literário subordinado ao tema “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?“, prossegue no próximo dia 29 de Maio, tendo como orador convidado Artur Santos Silva, presidente da Fundação Gulbenkian.  

O objectivo desta iniciativa é o de juntar, como já sucedeu no ciclo anterior, um conjunto de personalidades relevantes da sociedade portuguesa, que possam ajudar-nos a reflectir sobre a situação complexa que o País atravessa, desde que foi forçado, mais uma vez, a pedir assistência financeira internacional.
Artur Eduardo Brochado dos Santos Silva, o actual presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, é jurista, administrador de empresas, banqueiro, nascido no Porto, a 22 de Maio de 1945, filho de outro jurista do mesmo nome.
Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, iniciou a sua carreira profissional como assistente de Finanças Públicas e Economia Política, na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Do seu extenso currículo, consta uma alargada experiência como director-geral do antigo Banco Português do Atlântico, durante quase uma década, que interrompeu, em 1975, para integrar o VI Governo Provisório, como secretário de Estado do Tesouro.
Após essa incursão no Governo, foi nomeado vice-governador do Banco de Portugal, voltando, mais tarde, a leccionar, como regente das disciplinas de Moeda e Crédito, no Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa, e de Economia Financeira, novamente em Coimbra.
Envolvido na fundação do Banco Português de Investimento (então Sociedade Portuguesa de Investimentos), foi presidente da respectiva Comissão Executiva e do Conselho de Administração, do qual se afastou em 2004.
Foi vogal do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian e da Partex Oil & Gas Holdings Corporation, empresa propriedade daquela instituição.
Em 22 de Dezembro de 2011 foi eleito presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, sucedendo a Emilio Rui Vilar, quando este terminou o mandato.
Homem de apegada discrição e modéstia, não obstante ser oriundo e ter crescido numa família abastada, é frontal por natureza e não poupa nem nas palavras nem nas convicções.
Artur Santos Silva tem várias condecorações, tendo sido agraciado com os graus de Comendador da Ordem do Mérito, em 1991, de Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, em 2004 e de Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, a 25 de Abril de 2011.
É esta personalidade, com um currículo multifacetado, repartido pela Universidade, gestão financeira e empresarial, simultaneamente observador e protagonista, com uma intervenção politica sempre ouvida - reconhecido pela qualidade da sua análise, e sentido de independência -, que estará no Grémio Literário, para abordar o tema "Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania". Venha reflectir connosco.

 

1 a 10 de Setembro de 2014
Viagem Cultural “Os Cavaleiros Teutónicos”

Tintureiro FrancêsAs viagens promovidas em anos anteriores pelo Grémio Literário e organizadas em colaboração com o consócio Dr. Rui Nobre, têm-se revestido de inequívoco interesse cultural.
Seguindo a mesma linha de orientação, o Grémio Literário vem anunciar mais uma viagem cultural, a realizar de 1 a 10 de Setembro, sob o tema “Os Cavaleiros Teutónicos”.
 O programa da viagem incluí um conjunto de visitas a locais históricos, em território da Alemanha, Polónia, Lituânia, Letónia e Estónia.
O grupo será acompanhado, desde Lisboa, pelo grande especialista na matéria, o Professor Dr. José Manuel Anes.

As inscrições estão, desde já, abertas junto dos serviços da Agência de Viagens Touch Travel Lda.

Junho

19 de Junho, 5ª feira, pelas 20:30h
Jantar de Ementa francesa

O Grémio Literário vai dar início a um ciclo gastronómico de “jantares culturais”, para os quais conta com a colaboração do Chefe Nuno Diniz. O objectivo é dar a conhecer … e a saborear, pratos requintados das tradições da cozinha erudita nacional e estrangeira.
Ementa
Este ciclo vai ser inaugurado com o famoso “Canard à la Presse”, cuja receita apareceu em meados do século XIX feita por um Chef de Rouen  de nome Méchenet. Na versão original o pato era sufocado (para não perder sangue). Depois de limpo era assado durante vinte minutos em forno bem quente; posteriormente eram retirados peitos e pernas e a carcaça pressionada na Prensa para se aproveitar o sangue e os sucos, que se destinavam ao acabamento do molho.

No final do século XIX a receita é apropriada e adaptada pelo restaurante “La Tour d'Argent” de Paris, que começou a numerar todos os patos feitos deste modo, hábito que se manteve até hoje. Neste restaurante o nome do prato é "Caneton Tour d'Argent" e o pato utilizado é o da comuna de Challans.

O preço do jantar é de 45€ por pessoa.

25 de Junho, 4ª feira, pelas 20:00h
Jantar/debate – Ciclo “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?”

Cunha RodriguesO segundo ciclo de jantares-debate, promovido pelo Clube Português de Imprensa, Centro Nacional de Cultura e Grémio Literário, agora subordinado ao tema “Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania?“, prossegue no próximo dia 25 de Junho, tendo como orador convidado o antigo Procurador Geral da República, Cunha Rodrigues, actual presidente do novo Órgão de Controlo Financeiro de Clubes da UEFA, depois de exercer durante 12 anos o cargo de juiz do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias.

O objectivo desta iniciativa é o de juntar, como já sucedeu no ciclo anterior, um diversificado conjunto de personalidades, por definição relevantes na sociedade portuguesa, que possam ajudar-nos a reflectir sobre o conjunto de variáveis que integram a paisagem social, politica e económica que enquadram a sociedade portuguesa.
José Narciso da Cunha Rodrigues, nasceu em Penafiel a 30 de Outubro de 1940. Do seu currículo consta que fez os estudos universitários na Universidade de Coimbra, onde veio a licenciar-se em 1963, na Faculdade de Direito.
Logo no ano seguinte, ingressou na Magistratura, tendo exercido, sucessivamente, os cargos de delegado do Procurador da República, juiz de Direito, adjunto do Procurador da República e procurador-geral-adjunto.

Em 1977, 1978 e 1982, foi incumbido de realizar e coordenar estudos no âmbito de reformas do sistema judiciário. Entretanto, a partir de 1980, exerceu as funções de representante do Governo junto da Comissão Europeia dos Direitos do Homem e do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
Paralelamente, foi perito, entre 1980 e 1985, no Comité Director para os Direitos do Homem do Conselho da Europa.

Em Setembro de 1984, Cunha Rodrigues assumiu o cargo que lhe daria maior notoriedade, o de Procurador-Geral da República.
Enquanto Procurador-Geral, foi também membro da Comissão Revisora do Código de Processo Penal, da Comissão Revisora do Código Penal, da Fundação Internacional Penal e Penitenciária e do Comité de Fiscalização da OLAF da União Europeia.
Cunha Rodrigues ficou na Procuradoria ao longo de quase dezasseis anos, resistindo a diversas mudanças de Governo, graças à sua reconhecida isenção e capacidade de trabalho.
A 6 de outubro de 2000, concluiu o seu longo consulado como Procurador-Geral, passando a exercer, logo nessa data, o cargo de juiz do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, onde se manteve durante 12 anos.

Além de conferências, estudos e artigos dispersos, Cunha Rodrigues publicou, designadamente, as seguintes obras: “A Constituição e os Tribunais”, “Representações da Justiça em Miguel Torga”, “ Comunicar e Julgar”, “ Em Nome do Povo “ e “Lugares do Direito “.
Mais recentemente, assumiu a presidência do novo Órgão de Controlo Financeiro de Clubes da UEFA (CFCB), criado para controlar as finanças dos clubes.
As funções do CFBC passam por supervisionar a aplicação do Sistema de Licenciamento de Clubes da UEFA e dos Regulamentos de Fair Play Financeiro, cujo incumprimento por parte dos clubes poderá resultar na suspensão da participação nas provas na UEFA.
O mandato de Cunha Rodrigues é válido até 30 de junho de 2015.
É esta personalidade prestigiada, quer no plano nacional, quer no internacional, com uma visão por dentro dos mecanismos do Direito e da Justiça, que estará no Grémio Literário, para abordar o tema "Portugal: que Estado, que Sociedade, que Soberania". Venha reflectir connosco.

O preço do jantar é de 30€ por pessoa.

27 de Junho, 6ª feira, pelas 20:30h
Jantar dos Santos Populares – Orquestra de Jazz “Lisbon Swingers”

Jantar SantosEstimulados pelo êxito dos anos anteriores, realizar-se-á no dia 27 de Junho, um jantar no jardim, animado pela orquestra de jazz “Lisbon Swingers”. A banda, com cerca de 20 elementos, está voltada para a interpretação dos grandes temas de jazz, nomeadamente dos clássicos americanos da era do swing. Os seus gostos são ecléticos mas procuram, frequentemente, aproximar-se do som típico de orquestras conhecidas como as de Count Basie ou de Duke Ellington.

Caso se verifiquem condições meteorológicas adversas, o evento realizar-se-á no interior do Grémio Literário.

O preço do jantar é de 45€ por pessoa.

Julho

 

Viagem ao Chile e Argentina

O Grémio Literário, em colaboração com a TOPMIC Tours & Travel, cujo presidente é o consócio Comendador Rui Horta, está a organizar uma viagem a realizar entre os dias 16 e 29 de Outubro de 2014 ao Chile e Argentina, cujas inscrições estão abertas até 31 de Julho.

Jantar Santos

 

O programa da viagem, enviado com o Boletim de Junho, sofreu alterações quer no que respeita a datas quer em relação aos valores, pelo que junto se anexa informação contendo as referidas alterações.

 

As inscrições deverão ser feitas junto dos serviços da
TOPMIC Turismo Portugal
Av. Duque de Ávila, 185-3º A/B –1069-074 Lisboa –PORTUGAL
PH. +351218292620 | FAX: +351218276685
E-MAIL: geral@topmicportugal.com
SITE: www.topmicturismoportugal.com

Setembro

18 de Setembro, 5ª feira, das 18:30h às 21:30h
Monthly Get Togehter – Lisboa

O Grémio Literário, em colaboração com os consócios Dr. António Mello Campello e Eng. Bruno Marques Teixeira, promove um encontro mensal, Monthly Get Togehter - Lisboa.
Iniciado em Fevereiro de 2012 os nossos consócios estabeleceram a terceira 5ª feira de cada mês como o dia perfeito para reunir amigos. A ideia nasceu através de um conjunto de amigos que procuravam um espaço, uma data fixa e uma oportunidade para se encontrarem e conversarem. Ao bom estilo do início do século XX escolheram o Grémio Literário para estes encontros.  
Um dia especial para fugir à rotina do dia-a-dia.
O Grémio Literário associa-se a esta iniciativa e convida os consócios interessados a marcarem presença nestes convívios onde o Grémio é o espaço adequado para estes encontros.

2 de Outubro, 5ª feira, pelas 19:00h
Exposição de Desenhos - 507 CAVALOS E 6 LEOPARDOS
O Grémio Literário promove uma exposição de desenhos “507 cavalos e 6 Leopardos”, do consócio Arq. Pedro Belo Ravara.

Exercícios sobre o movimento e a expressão em esforço de grupos de cavalos, em três momentos distintos:
1º momento – registo rápido (estudo), em blocos A6, do modelo “pedra de sabão” chinesa sobre o cavalo mitológico;
2º momento – alternativo ao primeiro, registo rápido (estudo), em blocos A6, sobre variações ao modelo original, sem modelo;
3º momento – desenho sobre o papel branco de formato A3.

A seguir ao cão o cavalo é o melhor amigo do Homem.
Talvez como o gato, o leopardo o menos fiel.
6 leopardos dão tanto trabalho como 507 cavalos.

Pedro Belo RavaraPedro Belo Ravara nasceu em Lisboa em 1964.
Licenciado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa em 1988.
Viveu e estudou nos Estados Unidos entre 1991 e 1993, como Fulbright Scholar, onde concluiu o Master of Architecture and Building Design (grau de Mestrado) pela Universidade de Estado de Nova Iorque em 1993;
Doutor em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura, Universidade Técnica de Lisboa em 2008.
Assistente na Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa entre 1998 e 2008 sendo a partir desta data Professor Auxiliar.  Professor Convidado do College of Architecture and Landscape  Architecture da Universidade do Estado do Minnesota onde foi Cass Gilbert Visiting Professor em 1998.
Viveu e trabalhou em Macau entre 1988 e 1991 onde colaborou no Atelier Manuel Vicente, Projetistas e Consultores, Lda, como arquiteto projetista e responsável pela coordenação de projetos.
Colaborou nos ateliers de Manuel Graça Dias e de João Luís Carrilho da Graça entre 1996 e 1998.
Em 1991 funda o BAIXA, Atelier de Arquitetura, Lda. com Nuno Vidigal.
Vogal do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Arquitetos, com a responsabilidade do Pelouro da Profissão, para o triénio 2011/2013, e Vice-Presidente da Ordem dos Arquitetos para o triénio 2014/2016.
Membro do júri no Prémio SECIL de Arquitetura para o biénio 2006-2008, nomeado pela Ordem dos Arquitetos.
Integrou em 2009 a representação oficial Portuguesa à 8ª Bienal de Arquitetura de São Paulo, Brasil.
Exposição individual de desenho, no âmbito MEGARIM CON.VIDA, RETIRO E BLOCOS DO QUOTIDIANO, entre 01 e 29 de Novembro de 2013.

7 de Outubro, 3ª feira, pelas 13:00h
Almoço/debate com S.E. o Embaixador dos E.U.A.
Sua Excelência o Embaixador dos Estados Unidos da América, Robert A. Sherman, recentemente chegado a Portugal, honra-nos com a sua presença num almoço debate a realizar no dia 7 de Outubro p.f., pelas 13 horas na Biblioteca do Grémio literário, no qual S. E. o Embaixador acedeu falar-nos sobre relações internacionais.
Robert A. ShermanRobert A. Sherman, natural de Massachusetts, chegou a Lisboa no dia 5 de Abril de 2014 para desempenhar as funções de Embaixador dos Estados Unidos da América para a República de Portugal. O Embaixador Sherman apresentou as suas credenciais ao Presidente da República de Portugal, Sua Excelência o Prof. Aníbal Cavaco Silva, no dia 30 de Maio de 2014.
Jurista de formação, o Embaixador Sherman está há muitos anos activamente envolvido na política local e nacional. Fez parte da primeira Obama for America National Finance Committee e da President-Elect Obama’s Transition Team, em que tinha como principal função analisar os cargos da administração. Em Janeiro de 2013 foi nomeado pelo Presidente Obama para integrar o United States Holocaust Memorial Council.
Antes de se tornar Embaixador, Robert Sherman foi um dos fundadores dos escritórios de Boston da Greenberg Traurig, uma firma de advogados de grande envergadura internacional. Entre 1991 e 1993, foi Procurador-Geral Adjunto e Director do departamento de defesa do consumidor de Massachusetts e foi, durante um ano, conselheiro especial do Procurador-Geral de Massachusetts. Era ele o responsável pelas iniciativas federais e multi-estaduais da Procuradoria-Geral com o Departamento da Justiça e com as Procuradorias-Gerais do resto do país. O Embaixador Sherman também participou na reforma da justiça penal levada a cabo pelo Presidente Clinton.
O Embaixador Sherman tem uma vasta experiência de contencioso, nomeadamente em processos de inquérito propostos

por órgãos governamentais e acompanhamento jurídico de investigações internas a empresas -- com particular destaque para a aplicação da Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) – e bem assim a defesa do consumidor e o patrocínio de processos colectivos.

O Embaixador Robert Sherman tem um B.A. em Ciência Política da University of Rochester e um J.D. da Boston University School of Law.

Como o número de lugares é limitado a 80, agradecemos que os prezados consócios, que estejam interessados nesta iniciativa, prontamente se inscrevam.

O preço do almoço é de 30,00€ por pessoa.

7 de Outubro, 3ª feira, pelas 17:00h
Prova de vinhos, seguida de jantarQuinta Vale de Fornos
Quinta Vale de Fornos apresenta RESERVAS em Lisboa

A Quinta Vale de Fornos, propriedade do consócio Eng. Ilídio Monteiro, vai lançar duas novidades no mercado, trata-se de dois Vinhos Tintos Reserva DOC do Tejo, Quinta Vale de Fornos Syrah e Quinta Vale de Fornos Cabernet Sauvignon, ambos de 2012, este último premiado com Medalha de Ouro no Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo deste ano.

O Grémio Literário, em Lisboa, é o local de eleição para este evento, que é composto por dois momentos:

17.00 H – Apresentação do novo projecto da Quinta e Equipa seguida de Prova Comentada dos novos vinhos. Este momento é dirigido ao “trade”: Canal Horeca, Garrafeiras, Distribuidores e Comunicação Social.
19.30 H – Jantar harmonizado com Vinhos da Quinta Vale de Fornos.

“Apostar na qualidade dos vinhos, aliar a tradição à modernidade como factor de diferenciação e vantagem competitiva, conjugando a qualidade das castas da região com castas internacionais e rodeada de uma equipa dinâmica e qualificada, faz com que acredite que, no prazo de dois anos, a Quinta Vale de Fornos seja uma referência Nacional e Internacional”
 
A Quinta Vale de Fornos localiza-se na Azambuja, na Região dos Vinhos do Tejo. É uma quinta do Séc. XVIII, muito ligada ao enoturismo, recebe e faz eventos dentro e fora da Quinta durante todo o ano. Foi pioneira na região do Tejo, na plantação da casta Cabernet Sauvignon. Neste momento exporta mais de 30% da sua produção para diversos mercados, entre eles China e Bélgica, estando a trabalhar o mercado do Brasil e da Colômbia.

O preço do jantar é de 30,00€ por pessoa.

Viagem ao Chile e Argentina

O Grémio Literário, em colaboração com a TOPMIC Tours & Travel, cujo presidente é o consócio Comendador Rui Horta, está a organizar uma viagem a realizar entre os dias 16 e 29 de Outubro de 2014 ao Chile e Argentina, cujas inscrições estão abertas até 31 de Julho.

Viagem ao Chile e Argentina

O programa da viagem, enviado com o Boletim de Junho, sofreu alterações quer no que respeita a datas quer em relação aos valores, pelo que junto se anexa informação contendo as referidas alterações.

 

As inscrições deverão ser feitas junto dos serviços da
TOPMIC Turismo Portugal
Av. Duque de Ávila, 185-3º A/B –1069-074 Lisboa –PORTUGAL
PH. +351218292620 | FAX: +351218276685
E-MAIL: geral@topmicportugal.com
SITE: www.topmicturismoportugal.com

 

Visita ao Palácio dos Duques de Bragança em Vila ViçosaPalácio dos Duques de Bragança em Vila Viçosa
18 de Outubro

Por iniciativa do Conselho Literário, e a convite do Consócio e membro deste órgão, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da Fundação da Casa de Bragança, vai realizar-se uma visita ao Palácio local, em Vila Viçosa, no próximo dia 18 de Outubro.
O programa da visita será enviado com o boletim do próximo mês.

 

 

Outubro

 

2 de Outubro, 5ª feira, pelas 19:00h
Exposição de Desenhos - 507 CAVALOS E 6 LEOPARDOS
O Grémio Literário promove uma exposição de desenhos “507 Cavalos e 6 Leopardos”, do consócio Arq. Pedro Belo Ravara, cujo curriculum já foi enviado no Boletim anterior.
Exercícios sobre o movimento e a expressão em esforço de grupos de cavalos, em três momentos distintos:
1º momento – registo rápido (estudo), em blocos A6, do modelo “pedra de sabão” chinesa sobre o cavalo mitológico;
2º momento – alternativo ao primeiro, registo rápido (estudo), em blocos A6, sobre variações ao modelo original, sem modelo;
3º momento – desenho sobre o papel branco de formato A3.
A seguir ao cão o cavalo é o melhor amigo do Homem.
Talvez como o gato, o leopardo o menos fiel.
6 leopardos dão tanto trabalho como 507 cavalos.

A exposição estará patente de 2 a 31 de Outubro na Galeria de exposições do Grémio Literário.

7 de Outubro, 3ª feira, pelas 13:00h
Almoço/debate com S.E. o Embaixador dos E.U.A.
Sua Excelência o Embaixador dos Estados Unidos da América, Robert A. Sherman, recentemente chegado a Portugal, honra-nos com a sua presença num almoço debate a realizar no dia 7 de Outubro p.f., pelas 13 horas na Biblioteca do Grémio Literário, no qual S. E. o Embaixador acedeu falar-nos sobre relações internacionais.
Robert A. ShermanRobert A. Sherman, natural de Massachusetts, chegou a Lisboa no dia 5 de Abril de 2014 para desempenhar as funções de Embaixador dos Estados Unidos da América para a República de Portugal. O Embaixador Sherman apresentou as suas credenciais ao Presidente da República de Portugal, Sua Excelência o Prof. Aníbal Cavaco Silva, no dia 30 de Maio de 2014.
Jurista de formação, o Embaixador Sherman está há muitos anos activamente envolvido na política local e nacional. Fez parte da primeira Obama for America National Finance Committee e da President-Elect Obama’s Transition Team, em que tinha como principal função analisar os cargos da administração. Em Janeiro de 2013 foi nomeado pelo Presidente Obama para integrar o United States Holocaust Memorial Council.
Antes de se tornar Embaixador, Robert Sherman foi um dos fundadores dos escritórios de Boston da Greenberg Traurig, uma firma de advogados de grande envergadura internacional. Entre 1991 e 1993, foi Procurador-Geral Adjunto e Director do departamento de defesa do consumidor de Massachusetts e foi, durante um ano, conselheiro especial do Procurador-Geral de Massachusetts. Era ele o responsável pelas iniciativas federais e multi-estaduais da Procuradoria-Geral com o Departamento da Justiça e com as Procuradorias-Gerais do resto do país. O Embaixador Sherman também participou na reforma da justiça penal levada a cabo pelo Presidente Clinton.
O Embaixador Sherman tem uma vasta experiência de contencioso, nomeadamente em processos de inquérito propostos por órgãos governamentais e acompanhamento jurídico de investigações internas a empresas -- com particular destaque para a aplicação da Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) – e bem assim a defesa do consumidor e o patrocínio de processos colectivos.
O Embaixador Robert Sherman tem um B.A. em Ciência Política da University of Rochester e um J.D. da Boston University School of Law.
Como o número de lugares é limitado a 80, agradecemos que os prezados consócios, que estejam interessados nesta iniciativa, prontamente se inscrevam.
O preço do almoço é de 30,00€ por pessoa.
 
7 de Outubro, 3ª feira, pelas 17:30h
Prova de vinhos, seguida de jantar
Quinta Vale de Fornos apresenta RESERVAS em Lisboa
A Quinta Vale de Fornos, propriedade do consócio Eng. Ilídio Monteiro, vai lançar duas novidades no mercado, trata-se de dois Vinhos Tintos Reserva DOC do Tejo, Quinta Vale de Fornos Syrah e Quinta Vale de Fornos Cabernet Sauvignon, ambos de 2012, este último premiado com Medalha de Ouro no Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo deste ano.

O Grémio Literário é o local de eleição para este evento, que é composto por dois momentos:

17:30 H – Apresentação do novo projecto da Quinta e Equipa seguida de Prova Comentada dos novos vinhos. Este momento é dirigido ao “trade”: Canal Horeca, Garrafeiras, Distribuidores e Comunicação Social.
20:00 H – Jantar harmonizado com Vinhos da Quinta Vale de Fornos.

“Apostar na qualidade dos vinhos, aliar a tradição à modernidade como factor de diferenciação e vantagem competitiva, conjugando a qualidade das castas da região com castas internacionais e rodeada de uma equipa dinâmica e qualificada, faz com que acredite que, no prazo de dois anos, a Quinta Vale de Fornos seja uma referência Nacional e Internacional”.

A Quinta Vale de Fornos localiza-se na Azambuja, na Região dos Vinhos do Tejo. É uma quinta do Séc. XVIII, muito ligada ao enoturismo, recebe e faz eventos dentro e fora da Quinta durante todo o ano. Foi pioneira na região do Tejo, na plantação da casta Cabernet Sauvignon. Neste momento exporta mais de 30% da sua produção para diversos mercados, entre eles China e Bélgica, estando a trabalhar o mercado do Brasil e da Colômbia.

O preço do jantar é de 30,00€ por pessoa.

15 de Outubro, 4ª feira, pelas 18:30h
Lançamento de livro
O Grémio Literário, em colaboração com a sócia Dra. Zita Seabra, promove o lançamento do livro “Tiologias – Os sobrinhos de Deus e outros Textos” do Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada.

A obra, editada pela Alêtheia Editores, será apresentada pelo Senhor D. Nuno Brás, Bispo auxiliar de Lisboa.

16 de Outubro, 5ª feira, das 18:30h às 21:30h
Monthly Get Togehter – Lisboa
Conforme foi anunciado no Boletim anterior, o Grémio Literário, em colaboração com os consócios Dr. António Mello Campello e Eng. Bruno Marques Teixeira, promove um encontro mensal, Monthly Get Togehter - Lisboa.
Um dia especial para fugir á rotina do dia à dia.
O Grémio Literário associa-se a esta iniciativa e convida os consócios interessados a marcarem presença nestes convívios onde o Grémio é o espaço adequado para estes encontros.

Palácio dos Duques de Bragança em Vila ViçosaVisita ao Palácio dos Duques de Bragança em Vila Viçosa
18 de Outubro, Sábado
Por iniciativa do Conselho Literário, e a convite do Consócio e membro deste órgão, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da Fundação da Casa de Bragança, vai realizar-se uma visita ao Palácio local, em Vila Viçosa, no próximo dia 18 de Outubro.

 

progama

30 de Outubro, 5ª feira, pelas 20:00h
Jantar/debate – Ciclo “Portugal pós - Troika: que Moeda, que Economia, que Futuro?”
O Clube Português de Imprensa, o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário juntam-se novamente para promover, já no próximo dia 30 Outubro, um novo ciclo de jantares-debate, desta vez subordinado ao tema “Portugal pós-Troika: que Moeda, que Economia, que Futuro?“. A ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Albuquerque  será a primeira oradora  convidada .
Os jantares-debate, com periodicidade mensal, decorrem na Sala da Biblioteca do Grémio Literário.
Maria AlbuquerqueMaria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque, nascida em Braga em 1967, economista e professora universitária, é considerada uma das principais revelações do actual Governo.
Com um perfil sóbrio e discreto, e um discurso extremamente fluente e eficaz, Maria Luís Albuquerque soube ultrapassar, com grande à-vontade, os obstáculos que se colocavam à sucessão de Vítor Gaspar, com quem trabalhara de perto enquanto Secretária de Estado do Tesouro e que viria a substituir, em condições especialmente adversas e num cenário de crise política complexa.
Antes, Maria Luís Albuquerque desempenhou vários cargos técnicos no sector público, tendo sido directora do Departamento de Gestão Financeira da Refer, entre 2001 e 2007. Coordenou, ainda, o Núcleo de Emissões e Mercados do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, entre 2007 e 2011.
Na sua curta experiência política, Maria Luís foi cabeça de lista dos candidatos a deputados pelo PSD, em Setúbal, em 2011.
Determinada e com grande disciplina de trabalho, Maria Luís Albuquerque distinguiu-se no Governo, desde cedo, pelo seu rigor e domínio dos dossiês herdados do seu antecessor.
Mais recentemente, confrontada com o colapso do BES, a actual ministra das Finanças não hesitou em defender, durante uma entrevista televisiva, investigações judiciais que terminem em "punições severas", considerando importante que sejam "apuradas responsabilidades" e que seja "feita justiça, na forma que deva assumir".
É esta personalidade invulgar e frontal que aceitou inaugurar o novo ciclo de jantares-debate, promovido pelo CPI, em parceria com o CNC e o Grémio Literário, "Portugal pós-Troika: que Moeda, que Economia, que Futuro?". Uma reflexão em voz alta a não perder.

O preço do jantar é de 30€ por pessoa.

Viagem Blitz em Londres
20 a 23 de Novembro
Blitz LondresEsta viagem a Londres, organizada pelo Centro Nacional de Cultura e evocativa do Blitz de 1940 (que durou de setembro de 1940 a maio de 1941) realizar-se-á entre 20 e 23 de novembro, num fim-de-semana alargado, na  companhia de Sérgio Veludo Coelho.
Prevê-se as seguintes visitas: aos serviços da BBC (evocação da presença do inesquecível Fernando Pessa); ao Imperial War Museum  (IWM) onde se poderá ver e apreciar muito do material usado durante a Batalha de Inglaterra; ao navio cruzador Belfast, hoje fundeado no Tamisa como museu flutuante (serviu toda a guerra e operou no apoio de fogo durante os  desembarques  da  Normandia);  ao  Cabinet
 War Room; ao Museu Aéreo em Duxford (dependência do IWM, onde estão os principais aviões, tanto ingleses como alemães).
Passaremos em Baker Street, onde está a placa evocativa da  Special Operations Executive que formou agentes secretos, largados em território inimigo, para organizar e coordenar núcleos da resistência. Haverá uma deslocação a Bletchley Park onde os serviços secretos ingleses montaram todo um sistema de vigilância e descodificação das mensagens  alemãs e onde esteve a máquina Enigma, capturada aos alemães.

As inscrições estão, desde já, abertas. Para informações adicionais:

Blitz LondresTeresa Ferreira Gomes
Rua António Maria Cardoso, 68
1249-101 Lisboa – Portugal
Tel. (+351) 213 466 722 // Tel.Directo ( +351) 213 225 765 // Telemóvel ( + 351) 96 396 55 22 
Fax (+351) 213 428 250
tferreiragomes@cnc.pt // www.cnc.pt  // www.e-cultura.pt

Guitarra11 de Novembro, 3ª feira, pelas 20:30h
Jantar de São Martinho
O Grémio Literário vai assinalar a noite de S. Martinho, com a realização de uma noite de fados, durante a qual será servido um jantar de caça, confeccionado pelo Chefe Nuno Diniz.

O preço do jantar será de 50,00€ por pessoa.

Os detalhes desta iniciativa serão fornecidos no próximo Boletim.

 

 

Novembro

 

Ementa Magusto

11 de Novembro, 3ª feira, pelas 20:30h
Jantar de São Martinho

O Grémio Literário vai assinalar a noite de S. Martinho, com a realização de uma noite de fados, durante a qual será servido um jantar de caça, confeccionado pelo Chefe Nuno Diniz.

O preço do jantar é de 50,00€ por pessoa.

 

19 de Novembro, 4ª feira, das 18:30h às 21:30h
Lançamento de Livro

O Grémio Literário promove o lançamento do livro “Na Senda de Fernão Mendes – Percursos Portugueses no Mundo – Um Livro de Viagens” da autoria do Consócio Doutor Guilherme d’Oliveira Martins e editado pela Gradiva.

Na Senda de Fernão MendesPor iniciativa do autor e da editora, os sócios estão convidados a assistir a esta sessão de lançamento de mais um interessante livro da autoria do nosso consócio.

O Livro será apresentado pela jornalista Maria João Avillez.

 

20 de Novembro, 5ª feira, das 18:30h às 21:30h
Monthly Get Togehter – Lisboa

Conforme foi anunciado no Boletim anterior, o Grémio Literário, em colaboração com os consócios Dr. António Mello Campello e Eng. Bruno Marques Teixeira, promove um encontro mensal, Monthly Get Togehter - Lisboa.
Um dia especial para fugir à rotina do dia-a-dia.
O Grémio Literário associa-se a esta iniciativa e convida os consócios interessados a marcarem presença nestes convívios onde o Grémio é o espaço adequado para estes encontros.

25 de Novembro, 3ª feira, pelas 19:00h
Sessão Comemorativa do nascimento de Eça de Queiroz, em 25 de Novembro de 1845

Jantar SantosEspaços interiores das instalações do Grémio Literário foram recentemente cenário de cenas do filme “Os Maias – Cenas da Vida Romântica”. Correspondendo ao convite formulado, a simpática e pronta disponibilidade do realizador João Botelho conduz a que a regular celebração do aniversário do nascimento do escritor possa agora acontecer com a sua contribuição, convocando-se ainda a generosa participação de actores e colaboradores daquela importante e já muito celebrada produção cinematográfica, a primeira que se faz sobre o magno romance de Eça de Queirós, publicado em 1888.

Os detalhes desta iniciativa serão fornecidos no próximo Boletim.
EmentaA exibição de passagens do filme, que J.Botelho e a sua equipa comentarão, inclui a cena (Cap. VI) do jantar no Hotel Central, outrora ao Cais do Sodré, agora filmada no Grémio Literário. Razão acertada para que o jantar que complementa a sessão tenha ementa inspirada naquela que o romance nos descreve.
Para além do realizador J. Botelho, estarão presentes os seguintes elementos da sua equipa:
- Mª João Pinho – Condessa de Gouvarinho
- Jorge Vaz de Carvalho - Narrador
- João Queirós - Pintor
- Luísa Gago – Desenhos técnicos dos cenários
- Alexandre Oliveira - Produtor

As reservas para o jantar ao preço de 40€, devem ser feitas até quinta-feira, dia 20.
Solicita-se o uso de fato escuro para os homens.

27 de Novembro, 5ª feira, pelas 20:00h
Jantar/debate – Ciclo “Portugal pós - Troika: que Moeda, que Economia, que Futuro?”

Prossegue em 27 de Novembro, tendo Augusto Mateus como orador convidado, o novo ciclo de jantares-debate promovido pelo Clube Português de Imprensa, o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário, subordinado ao tema “Portugal pós-troika: que Moeda, que Economia, que Futuro?“.
Augusto MateusAntigo ministro da Economia, Augusto Mateus obteve a sua licenciatura pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF), da Universidade Técnica de Lisboa, desenvolvendo uma intensa actividade como académico, investigador e consultor de numerosas instituições e agências, nacionais e estrangeiras.
Professor Catedrático convidado do ISEG, tem colaborado com outras Universidades e instituições de ensino superior como, nomeadamente, o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE-
IUL), a Universidade da Beira Interior, o Instituto Nacional de Administração e as Faculdades de Economia das Universidades do Porto e de Coimbra.
Investigador e consultor na área da macroeconomia, da política económica, da competitividade industrial, da estratégia empresarial, da avaliação de programas e políticas de desenvolvimento, Augusto Mateus é autor e coordenador de vários e importantes estudos já publicados.
Um dos mais recentes -  “25 anos de Portugal Europeu” – é um retrato aprofundado sobre as realidades do País, o positivo e o negativo do caminho percorrido, enquanto membro da União Europeia.
Na apresentação desse estudo, que coordenou, em Maio do ano passado, Augusto Mateus declarou com desassombro: “Este estudo visa fazer um balanço daquilo que poderia ter sido outra coisa, mas que foi um semi-falhanço. Fizemos coisas muito bem feitas, vivemos melhor, mas cansámo-nos a meio do caminho. Perdemos força”.
Já este ano e na apresentação do Plano Estratégico de Desenvolvimento da Região de Coimbra 2014-2020, Augusto Mateus voltou a ser frontal ao criticar que o País "não se pode queixar do envelhecimento da população. Um país que se queixa do envelhecimento é um país sem futuro", enfatizando que "não faz sentido" Portugal lamentar-se por a sua população ter "ganho 15 anos de vida".
É este estudioso, temperado no rigor das coisas, que aceitou o convite para intervir no novo ciclo de jantares-debate, promovido pelo Clube Português de Imprensa, em parceria com o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário, "Portugal pós-Troika: que Moeda, que Economia, que Futuro". Uma reflexão em directo a não perder.

O preço do jantar é de 30€ por pessoa.

 

 

Dezembro

 

 

5 de Dezembro, 6ª feira, pelas 18:30h
150º Aniversário do compositor Richard Strauss (1864-1949)

No âmbito da Comemoração do 150º Aniversário do compositor Richard Strauss, o Grémio Literário organiza num serão musical com a intervenção de João Paes (musicólogo), Ana Ester Neves (Soprano), Carlos Guilherme (Tenor), Armando Vidal (Pianista) e Diogo Pais (Clarinetista).

Na Senda de Fernão MendesSerá legítimo chamar-se, a Richard Strauss, o último expoente da tradição Classico-Romântica iniciada pelos expoentes máximos da composição musical setecentista Franz Joseph Haydn e Wolfgang Amadeus Mozart? O musicólogo francês Antoine Goléa, autor do livro da Flammarion “Richard Strauss”, é dessa opinião:

O preço do jantar é de 30€ por pessoa.
Richard Strauss é, para ele, o último grande compositor a ser fiel à tradição tonal baseada nas escalas heptatónicas “maior-menor”, nas formas instrumentais sinfónicas, de câmara, ou de recital e à progressão harmónica regida pelas leis da ressonância ou da proximidade e pela hegemonia melódica, seja nas linhas instrumentais do contraponto orquestral, seja na prática do canto solista, dos conjuntos vocais, ou dos coros.

Richard Strauss foi, não só o compositor alemão mais festejado do seu tempo, no centro da Europa, mas também um dos mais respeitados chefes de orquestra da escola germânica iniciada pelo tratado revolucionário escrito em meados do Século XX por Richard Wagner, que combatia a função conservadora dos maestros - autómatos batedores do compasso e dadores das “entradas do naipe”.

As suas 2 visitas a Portugal, à frente da celebérrima Orquestra Filarmónica de Berlim, causaram escândalo no público e nos profissionais rotineiros, pela economia da gesticulação e a serenidade do comportamento. Talvez por isso, os seus “poemas sinfónicos” (e a respectiva orquestração) foram condenados pela opinião pública e crítica musical lisboeta do 1º quarto do século XX, até quando Pedro de Freitas Branco, o maestro português de maior renome internacional de todos os tempos (homenageado há poucos meses, neste salão do Grémio Literário) o defendeu com a sua “varinha de condão” (Ravel chamava-o “mágico”).

Na presente comemoração, ouvir-se-á justamente um dos geniais “poemas sinfónicos” de Richard Strauss, flanqueado por 2 séries de 4 “lieder” (melodias para canto e piano), o género musical mais visitado por este compositor – escreveu, ao todo, 150 “lieder”. O seu último opus tem o título: “4 últimos lieder”.

A sessão será seguida de jantar ao preço de 30,00€ por pessoa.

17 de Dezembro, 4ª feira, pelas 18:00h
Lançamento de livro

O Grémio Literário promove o lançamento do livro “A Economia como Acção Estratégica” da autoria do Consócio Doutor António Rebelo de Sousa, Edições Diário de Bordo.

A apresentação ficará a cargo dos Senhores Vice-Almirante António Silva Ribeiro, Professor Mário Caldeira Dias e Dr. António Saraiva

Na Senda de Fernão Mendes

 

31 de Dezembro, 4ª feira, pelas 21:00h
Noite de São Silvestre

Na Senda de Fernão MendesNa sequência do êxito de anos anteriores, o Grémio Literário volta a organizar a Passagem de Ano de 2014/2015.

A partir das 21 horas, terá início o serviço de aperitivos, seguindo-se um requintado jantar.
Mais tarde, pela noite dentro, haverá um buffet e na despedida o reconfortante chocolate.

A animação durante toda a noite, fica a cargo de um Disk-Jockey de reconhecida qualidade, que ajudará a promover um ambiente de agradável convívio.

O preço por pessoa é de 100€ sendo desejável para os homens o uso de “smoking”.

As reservas para o jantar devem ser feitas até dia 17 de Dezembro, acompanhadas do pagamento de 30% do respectivo montante. O restante deverá ser pago à entrada para o Reveillon.

O pagamento da reserva poderá ser efectuado por transferência bancária, utilizando os seguintes dados bancários:

Banco/Agência: Millennium BCP/Cais do Sodré
NIB: 0033 0000 0000 4504487 05
IBAN: PT50 0033 0000 0000 4504 4870 5
BIC/SWIFT: BCOMPTPL

 

Na Senda de Fernão Mendes